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Cultura >>> Alunos da EDTG recebem a bailarina Regina Kotaka. Livro tem ilustrações de passos e sequências de dança feitas pela bailarina que também é ilustradora



Os alunos da Escola de Dança Teatro Guaíra, das turmas Juvenil, Formação, Aperfeiçoamento e Técnico estão recebendo nesta semana a visita de um dos símbolos do balé clássico do Paraná, a bailarina Regina Kotaka. Ela está apresentando aos alunos da EDTG o livro Balés Ilustrados: Uma Enciclopédia para Dança Clássica - Volume 1, lançado em março, no Guairinha.
O livro tem ilustrações de passos e sequências de dança feitas pela própria artista, que, além de bailarina, do Balé Teatro Guaíra e solista em companhias de Portugal e da Alemanha, é ilustradora infantil.
“A ideia do livro surgiu para dar suporte teórico a estudantes e apaixonados por balé. Está pronto para ser usado por professores em sala de aula ou em casa por alunos e pais”, disse.
Material - o livro colorido, de 288 páginas, foi produzido após Regina, formada em dança pela Universidade Estadual do Paraná, ter sido contemplada em 2014 com o prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, do Governo Federal.
Para fazer as ilustrações, além da própria experiência como bailarina, Regina teve a colaboração de colegas, que posaram e executaram os movimentos para que ela retratasse a arte de maneira compreensível.
Para o texto, a artista buscou referências em obras estrangeiras, já que não havia material em português. A combinação de imagens e textos permite conhecer melhor a base teórica da técnica clássica e a terminologia correta.
“Na faculdade havia uma matéria chamada terminologia da dança clássica e quase não havia material de pesquisa que pudéssemos usar para tirar nossas dúvidas. Foi aí que percebi a necessidade de se produzir algo do gênero”, conta.
Ela espera que o livro reate a relação entre o público e a dança clássica “Quero que a nova geração ajude a fortalecer a cultura do balé clássico no Brasil e que o livro desmistifique a arte erudita, porque tem o conteúdo que estava faltando de uma maneira acessível”.
Para ela, o balé, apesar dos códigos, não é uma arte engessada. “Tudo depende da maneira com a qual bailarinos, professores e educadores atualizam o entendimento da dança clássica e o transportam para a contemporaneidade”, afirmou.

Foto Lia Comandulli

Empreendedorismo - por Rodrigo Okener


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