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Transtornos de ansiedade causam dores físicas e psicológicas



Os transtornos de ansiedade, depressão e o estresse fazem parte de uma série de doenças mentais que não tem cura e que trazem grande desconforto aos seus portadores.  Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o países que tem a maior taxa de incidência do problema, apresentando uma estimativa de que 9,3% da população sofre com algum tipo dessa enfermidade.

“É importante salientar que estas doenças ligadas a ansiedade não têm cura, mas há maneiras de manter-se controlado e, o mais importante, sem fazer uso de remédios”, enfatiza a psicóloga Lurdes Ficanha, que resolveu estudar psicologia para ajudar as pessoas e também por ser portadora de uma das facetas desse tipo de transtorno, que mais tarde veio a saber que se tratava de Pânico. “Foram diversos tratamentos e eu fui aprendendo a lidar com a situação”, conta a psicóloga.

Lurdes conta que sofre de Pânico há 15 anos e, por meio, da utilização de uma série de técnicas, que acabou sistematizando, está cinco anos sem ter nenhuma crise e sem tomar remédios para isso. “Medos e preocupações são comuns a todos, no entanto, é preciso estar atendo para identificar quando estas situações se tornam patológicas e passam a causar desconforto físico, emocional e psíquico”, ensina.

Os sintomas mais comuns apresentados por quem tem algum tipo de Transtorno de Ansiedade são relativos a falta de ar e dificuldade de respiração, dor no peito, palpitações, tremores, pensamentos negativos, nervosismo, medo constante, entre outros.

Metodologia e tratamento
Os anos de tratamento realizados com alguns terapeutas, somado à experiência pessoal e a formação acadêmica, acabaram se transformando em uma palestra e no primeiro livro da psicóloga, que está prestes a ser lançado, no qual ela sistematizou 10 exercícios práticos que envolvem respiração e outras técnicas que estimulam a produção de serotonina.  

“Peguei dados científicos e, explicando de maneira simples e prática, o que é a ansiedade, a base neurológica, como ela surge e as técnicas para manter o controle”, explica. “A primeira parte é aceitar que a ansiedade faz parte da vida e nós temos que aprender a controlá-la com o automonitoramento dos pensamentos, atividade físicas entre outras técnicas”, enfatiza. 

Instagram @curitibaemdestaque


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