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Miscigenação musical: Makai traz em suas influências do samba ao rock


Banda volta ao cenário musical brasileiro e já tem álbum para lançar em 2018

Depois de alguns anos em processo de produção, a Makai está de volta ao cenário musical brasileiro. A banda, que surgiu em 2011 com o vocalista Renato Beltrão, amadureceu e traz consigo a ideia de apresentar ao seu público letras carregadas de filosofia, visão dos fatos e sentimentos, e miscigenação sonora da banda. “A Makai nasceu, no começo, para ser apenas uma banda de amigos da faculdade, para fazer um som para a galera e curtir. Porém, com o passar dos anos, percebemos que, com nossa música, conseguimos trazer boas energias e alegria por onde passamos”, explica Bruno Beltrão, baixista da banda.

            Formada por cinco músicos: Bruno Beltrão, baixista; Angelo Signori, guitarrista e backing vocal; Renato Beltrão, guitarrista solo e vocalista; Rodrigo Rocha, percussionista; e Leandro Souza, baterista, a Makai prefere não se rotular e traz como influências musicais diferentes sonoridades, como samba, rock, baião e reggae. “Costumamos brincar que nosso som é uma miscigenação sonora”, comenta Bruno.

            Em sua bagagem, a Makai traz diversas apresentações, desde barzinhos/pubs curitibanos, eventos universitários, até grandes shows. “Passamos por muitos lugares, inclusive eventos nacionais, como o Estação Pedreira, em 2015, que contou com a participação de nossos amigos Rafael Machado, do Chimarruts e Vitor Kley; Arena Mundo RIC; e na Live Curitiba, em 2016, no qual tocamos com a Damatz e Armandinho”, comemora o baixista.

            Para 2018, a banda já tem compromisso: é o lançamento do primeiro álbum, “A Letra”. “Foram 3 anos de preparação, tanto musical como pessoal, uma fase de crescimento em todos os sentidos. No processo de criação musical, colocamos um pouco de cada um, livremente e chegamos em um resultado que nos surpreendeu. Uma das coisas que prezamos em nossas letras é levar uma mensagem sincera, positiva e empática, tratamos sobre a realidade conturbada sócio-política em que vivemos hoje, mas nunca deixando de lado o sentimento, a natureza do amor, da amizade, alegria - isso nos dá prazer de fazer”, afirma Bruno. O álbum ainda não tem data de lançamento marcada, mas será no começo de 2018.

            Para saber mais sobre a Makai, acesse: www.makai.com.br, pelo https://www.facebook.com/makaioficial, ou pelo www.instagram.com/makaioficial.

Conheça mais sobre os músicos:

Bruno Beltrão (Baixista) – “Nasci praticamente dentro da música. Desde pequeno minha mãe colocava fita do Tchaikovski para eu dormir. Em um certo dia tivemos que levar uma influência musical para a escola, a maioria levou Patati Patata e Sandy e Junior, quando cheguei com a fita de um maestro até a professora se assustou, pensou que eu tinha levado a fita errada. Morava na mesma casa que meus tios, onde construíram um estúdio na parte de cima e atrás da casa. Nessa fase da minha vida, ouvi muito rock como Kiss, Perl Jam, e Nirvanna, por conta das influencias que eles me passaram. Passavam muitas bandas pela minha casa, literalmente, foi aí que comecei a me interessar pela música e arranhar meus primeiros acordes no violão, mas, aos dezesseis anos, peguei o baixo pela primeira vez e me apaixonei. Uma entrada sem saída.”

Angelo Signori (Guitarra solo/Backing Vocal) – “Comecei a aprender violão com meu tio quando tinha oito anos. Ele me ensinou os primeiros acordes. Lembro que tinha um livrinho daqueles de cifras em casa, de rock nacional e internacional, e eu ficava vendo as posições dos dedos e comecei a aprender sozinho acordes novos e a partir daí não parei mais.”

Renato Beltrão (Guitarra base/Vocalista) – “Desde bebê tinha encanto pela música. Aos 4 anos, minha mãe me colocou em aulas para musicalização.  Ficava sempre ouvindo ela tocar seu teclado (que hoje em dia está comigo). Me lembro de ouvir muito sertanejo e Mamonas Assassinas na minha infância, sempre gritando e pulando, ouvindo a velha fita k7 ou os cds de Leandro e Leonardo, cantando sempre a letra inteira e acompanhando a melodia de voz. Aos 14, ganhei meu primeiro violão, pequenininho (me lembro que seu preço foi 58 reais) e comecei a aprender sozinho, olhando sites de cifra. A partir daí tive muitas fases de encantamento por vários artistas: me vestia uma época igual o Cazuza; já fui beatlemaníaco na adolescência e fiz minha segunda tatuagem em homenagem a Raul Seixas. Fora as várias outras pequenas paixões como Elvis, Bob Marley, entre outros... Pós isso tudo, surgiu a Makai e eu pude realizar o sonho de ter uma banda. Meu primeiro (19 anos) e último show (2017) realizados foram com esta formosa banda de pop rock reggae funky e mil e uma influências... Hoje, passeando pelos caminhos da produção musical e pelas cordas e trastes da guitarra, o plano é ter mil músicas lançadas, montar uma obra extensa e falar sobre tudo, do amor à dor... Da zueira à crítica política. Fazer música com amor, como propósito de vida. A intenção não é ego, nem fama...
Nem grana
É fazer o que a gente ama. 
“E se não der certo?” Me perguntam. 
DAÍ eu respondo: já deu.”

Rodrigo Rocha "Drew" (Percussionista)
 – “Comecei na música com aulas de violão na escola, aos 12 anos. Após alguns meses frequentando as aulas de violão, fui estudar contra-baixo em uma escola de música no bairro onde fui criado. Próximo aos meus 14 anos, pela influência da minha família e amigos próximos, fui apresentado ao Choro e ao Samba e assim comecei os meus estudos como auto-didata na percussão. Com 21 anos, após uma experiência que tive em um período em que morei fora, comecei os estudos na área da produção musical, gravação e mixagem. Com 23 anos, ingressei ao estudo musical teórico no Conservatório de MPB de Curitiba em bateria e percussão, me formei em percussão e continuo meus estudos na música e produção até hoje.”

Leandro Sousa "Kiko" (Baterista) – “Meu sonho sempre foi tocar bateria, mas, por não ter espaço e nem condições financeiras na época, comecei a tocar violão aos 15. Aos 17, toquei guitarra e cheguei a gravar dois cds. Aos 25, Guilherme Cescatto e Henrique Monich me convidaram para montar uma banda como baterista junto com Renato Beltrão. Era o início da Makai. Comprei uma bateria usada e comecei a tirar músicas sozinho em casa para tocar com a banda nos sábados à tarde. Os primeiros ensaios da Makai como banda (com batera) foram na minha casa.”

Empreendedorismo - por Rodrigo Okener


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