Destaques

ads slot

Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi apresentam “Os Guardas do Taj” no Festival de Curitiba



Com direção de Rafael Primot e João Fonseca, espetáculo do americano Rajiv Joseph ganha adaptação brasileira
 
Foto Joao Caldas 

Depois da estreia em Portugal e breve passagem por São Paulo, o espetáculo “Os Guardas do Taj” será apresentado durante a Mostra do Festival de Curitiba 2018, nos dias 7 e 8 de abril, no Guairão.  Os atores Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi interpretam texto do premiado dramaturgo Rajiv Joseph. Americano e filho de pai indiano, o autor cresceu ouvindo histórias da terra de sua família, razão pela qual transformou uma lenda do Taj Mahal em pano de fundo para o espetáculo.

Apesar da referência histórica, Joseph não propõe um retrato de época, e insere elementos contemporâneos na construção cênica. Com direção de Rafael Primot e João Fonseca, a peça reflete de forma atual sobre amizade, lealdade, subserviência e poder.

Segundo a lenda, após a inauguração do Taj Mahal, no século 17, o xá Jahan teria ficado deslumbrado com o mausoléu construído em memória a sua mulher. Para que não se pudesse criar um monumento semelhante, tão grandioso, o governante teria ordenado que cortassem as mãos dos 20 mil homens que trabalharam na edificação.

Essa é uma das muitas histórias dramáticas que cercam o Taj, no entanto, o autor escolheu trabalhar o contexto histórico de forma leve, lançando mão de recursos cômicos, se aproximando do absurdo.

O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda oculto Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) demonstra uma personalidade curiosa e questionadora, enquanto o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia e obediência. Amigos desde a infância, os personagens acabam se confrontando diante das regras impostas, exibindo formas distintas de ver o mundo.

Designados a proteger o palácio, os dois guardas são proibidos de olhar a imensurável beleza da obra, que é ao mesmo tempo símbolo de injustiças e abusos de um inescrupuloso imperador. Submetidos aos mandos do déspota, os dois amigos acabam escalados para uma tarefa desprezível, provocando neles profunda crise existencial, que abalará suas crenças no Império e nos outros humanos.

O texto do americano Rajiv Joseph reflete sobre o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, servem aos olhos das massas. Em relação a montagem de estreia, a versão brasileira, produzida pela Morente Forte em parceria com a lusitana Plano 6, apresenta pequenas mudanças no cenário, que foi reconstruído aqui.

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores
O Festival de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é apresentado pela Cielo, com patrocínio da Vivo, Denso do Brasil, Uninter, Copel Telecom, Sanepar, Governo do Estado, Ebanx, Tradener Comercialização de Energia, GRASP e Renault do Brasil. O aplicativo de mobilidade oficial do Festival de Curitiba é Uber.
 Os eventos simultâneos – Guritiba, MishMash, Gastronomix e Risorama -, igualmente, contam com o apoio de parceiros importantes para levar a arte, cultura e entretenimento ao público.
O Guritiba é apresentado por Perkins Motores, Mili, Parati e Unimed Curitiba, com patrocínio da Caterpillar e New Holland e apoio da Peróxidos do Brasil e Brose do Brasil.
O Grupo Boticário, este ano, apresenta o MishMash, evento que tem também o patrocínio da Schattdecor.
O Risorama é apresentado pela Potencial Petróleo, Havan, Sistema Fiep e Madero. E este ano, o segmento de stand up comedy do Festival de Curitiba tem também o apoio da Aveo Vision, da Ford Center e da FH.
O Gastronomix, quermesse de alta gastronomia do Festival de Curitiba, por sua vez, tem o patrocínio da Melitta e da Compagás, com apoio da Lowçucar, Da Magrinha, Booking.com e conta ainda com a Oxford Porcelanas como fornecedora da louça oficial do evento.
As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

Ingressos

A venda dos ingressos será pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2018” e nas bilheterias oficiais do evento, no ParkShoppingBarigüi, com funcionamento das 11h às 23h, de segunda a sexta; no sábado, das 10h às 22h e, aos domingos, das 14h às 20h; e no Shopping Mueller, de segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h.
O valor dos ingressos para os espetáculos da Mostra vai de gratuito a R$ 70,00 (inteira) mais taxa administrativa. 
Os preços para os espetáculos do Fringe variam de gratuitos a R$ 60,00 (inteira), além da taxa administrativa. 
Clientes Ebanx têm desconto de 50% em espetáculos da Mostra e do Fringe.
O ingresso do MishMash custa R$ 40 (inteira) mais taxa administrativa.  
O preço da entrada do Risorama é R$ 70 (inteira) mais taxa administrativa.
O Gastronomix, este ano, custa R$ 12 (não consumível) mais taxa administrativa.
O Guritiba custa R$40 (inteira) mais taxa administrativa.

Ficha técnica
Texto: Rajiv Joseph.
Tradução e Adaptação
: Rafael Primot.
Direção: Rafael Primot e João Fonseca.
Elenco: Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi.
Musica Original: Marcelo Pellegrini.
Música: Prabhu Aap Jago Autoria De Prem Mukta
 (Awaken Love Band). 
Figurino: Fabio Namatame. Cenógrafo: Marco Lima.
Vídeo Projeção:
 Estúdio Bijari.
Iluminação: Daniela Sanchez.
Cenotecnico: Fernando Brettas. Ono-Zone
 Estúdio.
C
enógrafo: Assistente Cesar Bento.Produção Musical: Surdina.
Preparador Corporal (Método Suzuki): Fabiano Lodi.
Visagismo: Guilherme Camilo.
Operador de Som e Projeção: Valdilho Oliveira. Operador de Luz: Marcos Fávero.
Técnico de Palco: Renan Silvério.
Assistentes de Palco: Alexander De Melo Silva, Gustavo Veiga e Lucas Dornellas.
Camareira: Verônica Moraes.
Fotos de Cena Brasil: João Caldas Fo.
Coordenação De Produção: Egberto Simões.
Produção Executiva: Martha Lozano.
Idealização: Rafael Primot e Enkapothado Artes.
Produtoras: Selma Morente E Célia Forte.


7 DE ABRIL ÀS 21H E 08 DE ABRIL ÀS 19H NO GUAIRÃO

Empreendedorismo - por Rodrigo Okener

Empreendedorismo - por Rodrigo Okener


Especial


Colunistas

Menu