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VIAJAR E DEIXAR A CASA É SEMPRE UMA PREOCUPAÇÃO PARA QUEM VIVE EM CONDOMÍNIO - Como reduzir o risco e aumentar a tranquilidade (segurança)?


Julho é mês de recesso escolar e muitas famílias aproveitam para viajar ou receber visitas de parentes e amigos. Assim, conciliar a questão segurança é um desafio especial principalmente nesta época do ano. Confira as principais orientações do especialista em segurança, Luiz Henrique Alves, sobre os cuidados necessários para condomínios (horizontais e verticais).
Segundo Alves, a “receita” da segurança é formada por três iniciativas principais: itens de segurança, pessoas treinadas e procedimentos do próprio condomínio. “Devemos pensar que não há “mágica” e sim disciplina para cumprir o protocolo de segurança. Todos os moradores fazem parte da equipe de segurança, isso significa que eles devem dar o exemplo, sendo os primeiros a cumprir os procedimentos, sem exceções”.
O especialista alerta que não existe segurança sem incômodo. “As pessoas devem entender que para estarem seguras precisam se envolver e participar do processo. Por exemplo, o benefício da segurança geralmente vem seguido de uma parcela de desconforto, como é o caso do cinto de segurança no carro ou no avião. É preciso usar o equipamento e seguir a regra, que muitas vezes incomoda, mas funciona”, esclarece Alves.
Em relação aos itens de segurança, o especialista informa que eles ajudam a reforçar a segurança do ambiente, dificultando a ação dos bandidos. “Câmaras, cercas, guaritas, clausuras (gaiolas, eclusas), alarmes, vigilantes, porteiro, mão de obra de recepcionistas e controladores são recursos de intimidação, porém, não são impedimentos para os assaltos e roubos”. Luiz lembra que os itens de segurança precisam fazer parte da estratégia principal de segurança, que só funciona em conjunto com as pessoas e os protocolos. Por exemplo, baixar o vidro do carro para ser identificado pelo porteiro ou avisar os nomes dos visitantes. “Outra situação é orientar (treinar), de forma adequada, funcionários e moradores a operar o sistema na íntegra. Caso contrário os recursos não serão efetivos”.
Finalmente, Luiz alerta que os procedimentos do condomínio devem ser amplamente comunicados, tanto para moradores, como para os funcionários das diversas áreas (recepção, limpeza, jardinagem, prestadores de serviço), enfim toda a equipe de zeladoria. “Para ser cumprida com excelência, a regra precisa ser clara e bem informada a todos. Caso contrário, o protocolo de segurança estará em risco, com altas chances de falhas. Entregadores, funcionários e prestadores de serviço devem sempre ser identificados pelos moradores”, esclarece o consultor.
EXPERIÊNCIA DE INSEGURANÇA - Wolney Serpa Sá, síndico do condomínio João Turim, conta sua experiência de insegurança. “Nosso condomínio foi invadido por bandidos armados e procuramos resolver o problema com uma consultoria de segurança. Procuramos o especialista e consultor em segurança, Luiz Henrique Alves, que nos apresentou soluções simples e práticas. Ele mapeou as falhas e apontou as questões principais que deveriam ser priorizadas. Após a consultoria, notamos a diferença, de forma positiva e estamos implantando as orientações de curto e médio prazo para fortalecer a segurança”, explica o síndico. 

Instagram @curitibaemdestaque


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